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domingo, 24 de novembro de 2013

AS ACUSAÇÕES INVERÍDICAS
  

MICHAEL BY DAVID NORDAHL
E CATHERINE GROSS

Fonte: trechos da matéria traduzida e editada pelo Blog “Cartas Para Michael”, a partir de entrevista concedida por David Nordahl (retratista de Michael) à Rev. Catherine Gross – 29/08/2013 (http://www.examiner.com).

Fonte: http://cartasparamichael.blogspot.com.br
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David Nordahl (Minnesota-1941) é um pintor de retratos norte-americano que, de 1988 a 2005, foi retratista oficial de Michael Jackson. David e Michael tinham em comum, além de dons artísticos, infância difícil. Nordahl fez, também, alguns projetos para o parque de diversões do rancho Neverland.
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“Por todas as coisas que eu fiz pelas crianças... ser acusado, como eles estão me acusando... como eles podem fazer isso comigo?” (Michael Jackson, sobre as acusações de 2003).

- David Nordahl: Ele estava tão ferido pelas pessoas acreditarem que ele faria mal a uma criança! Michael nunca faria isso, ele se mataria primeiro. Ele faria, ele mesmo disse isso. [...]

- Catherine Gross: E eu digo uma coisa, toda essa coisa desse cara chamado Martin Bashir – o que fez o filme “Living With Michael Jackson”, isso supostamente foi... (inaudível) na gravação).

- David Nordahl: Sim, ele editou tudo ao seu redor para fazê-lo parecer do seu pnto de vista, porque ele sabia que iria receber uma grande cobertura, por fazer isso. Ele... Michael só o levou ao rancho porque a princesa Diana tinha... ele tinha escrito algo sobre a princesa Diana, que estava muito feliz com o que ele fez e foi a única razão pela qual Michael fez isso. Michael sempre foi contra fazer coisas desse tipo, ele cometeu um grande erro.

- Catherine Gross: [...] O homem destruiu a vida de Michael e eu... eu sei que devemos perdoar as pessoas e não estou mais com raiva, mas eu nunca vou esquecer o que ele fez. Eu nunca mais vou poder ouvi-lo.

- David Nordahl: Eu também não. Eu posso não ter nada a ver com ele, mas foi simplesmente horrível o que ele fez ao pobre Michael. Michael estava sendo tão transparente!
[...] Mas não foi somente ele; a mídia dominante foi tão cruel com Michael! Normalmente, são os tabloides que mostram coisas falsas, mas todas as grandes redes ficavam repetindo histórias que nunca foram apuradas e não era isso o que se esperaria deles. Se eles têm uma história, eles deveriam ver tudo isso, mas não o fizeram. Eles, simplesmente, repetiam tudo o que estava sendo dito.

Neste vídeo, BASHIR desmascara a si mesmo.
Mas não foi uma simples "controvérsia": foi uma mentira

- Catherine Gross: [...] E isso é o que eu penso sobre Michael, eles apenas... eles nem sequer se importavam... Caramba, era somente para vender!

- David Nordahl: [...] Não era verdade e eu sei que isso não era verdade. Foi nos tabloides e, então, eu perguntei a Michael: “Por que você não faz algo sobre eles? Essas pessoas não devem ser autorizadas a imprimir coisas que não são verdadeiras, e que não têm no que se basear”.
Ele disse: “Bem... quando você está no topo de seu jogo, se você é um artista ou cantor, ou seja lá o que for... se você tentar responder, só fica pior”. Então, ele simplesmente optou por manter a boca fechada.
[...] Ele era uma figura enigmática; então, as pessoas não sabiam o que fazer com ele e, por isso, se as pessoas não sabem o que fazer com você, elas inventam histórias.

- Catherine Gross: [...] Certo! Porque eles querem ter alguma coisa e eles não têm nada a dizer. Quero dizer, não vai vender se você disser: “Michael Jackson estava nos hospitais e ele ajudou um garotinho”.

- David Nordahl: [...] Não. Eles não estão interessados nisso. [...] Depois de ambas as vezes em que ele foi acusado, eu recebi telefonemas de todos os tabloides e eles tinham dinheiro em espécie. Eles estavam correndo com os tabloides da Inglaterra, que estavam aqui (EUA) com sacolas cheias de dinheiro, para pagar qualquer um que visse falar sobre Michael, mas teriam que ser coisas negativas. Eu disse a eles: “Eu não sei nada de ruim sobre Michael, eu disse que não posso te ajudar”.
Eu sei que, uma vez, eles quiseram saber quem eram todas aquelas crianças [pintadas no quadro “Campo dos Sonhos”]. Eu disse: “Ei, todas elas foram criadas. Eu as criei!”
Você sabe, eu não usei fotos para pintar. Eu, simplesmente, os criei, e então eles ficaram decepcionados com isso. Mas eu recebi muitas chamadas, queriam que eu falasse algo que pudesse desenterrar sobre Michael, algo de novo e que fosse ruim, mas eu não conhecia nada. Então, o que eu posso dizer?

"O Campo dos Sonhos" - by David Nordahl

- Catherine Gross: [...] Certo! Porque não há nada de ruim a dizer sobre isso e, obviamente, essa é a razão pela qual eles precisavam trazer dinheiro. Porque é tudo por dinheiro. Se não tiver algo de ruim a dizer, você pode pensar em algo ruim a dizer.

- David Nordahl: [...] Claro! E as pessoas o fizeram. As pessoas o faziam e pegavam o dinheiro. Uma senhora que trabalhou no rancho, levou US$ 35 mil, e ela pediu desculpas depois. Ela estava chorando e todas essas coisas, porque Michael realmente a tinha ajudado. Ela era uma mãe solteira de uma filha, e ele comprou uma TV para ela e lhe deu algum dinheiro. E ela o apunhalou pelas costas... Os seres humanos não são muito bons.

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NOTA DO BLOG: a questão aqui vai muito além de a coisa girar em torno do dinheiro, simplesmente. Os tabloides não teriam “malas de dinheiro” para comprarem as dezenas de falsas testemunhas do “caso Jackson”. A mídia é propriedade do Governo Secreto do Mundo, portanto, tanto o dinheiro quanto as manipulações para incriminar Michael vieram da Elite Global inglesa. Michael sempre foi uma pedra no sapato deles, pois, além de não aceitar ser o garotinho propaganda de suas intenções perversas (como a maioria dos artistas americanos e ingleses), ele os desafiava diuturnamente em suas canções, em seus videoclipes, em seus discursos de despertamento das massas, em seus shows, em seu próprio modo de vida.

Tupac Shakur                    e                 Julian Assange

Tal qual Tupac Shakur (cantor de Rap que denunciou os Illuminati em suas músicas e foi acusado de abuso infantil; foi preso e assassinado), ou Julian Assange (jornalista que denunciou as ações criminososas da Elite Global e foi acusado de estupro; foi preso e está em asilo político), Michael sofreu as falsas acusações de abuso infantil para, de uma vez por todas, desacreditá-lo perante o público; e o fizeram durante toda a sua trajetória, rotulando-o de esquisito, estranho, infantiloide, megalomaníaco, louco... “wako jacko”.

A intenção maior seria conseguir prendê-lo e assassiná-lo na cadeia. Mas a “mão de Deus” foi sempre mais forte... E 25 de junho de 2009 não foi a “cortina final”. Essa história ainda não terminou.